quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

Sobre os tubos de plasma récem descobertos em volta da terra



Segue na integra o conteúdo da reportagem publicada pelo UOL:

A estudante da Universidade de Sydney Cleo Loi, 23, conseguiu provar uma teoria que existia há 60 anos: de que tubos gigantes de plasma compõem os campos magnéticos que cercam a Terra. Até então os tubos nunca haviam sido observados.

Utilizando de um telescópio que capta sinais de rádio, localizado no deserto australiano, a jovem inventou uma forma de observar a magnetosfera da Terra em 3 dimensões e pela primeira vez a comunidade científica soube, com mais certeza, qual o formato do campo magnético.

A magnetosfera inclui a ionosfera e a plasmosfera, e serve como uma barreira de proteção para a Terra por causa das partículas emitidas pelo Sol durante as tempestades solares.
*   O resultado da pesquisa terá um resultado prático, já que um melhor entendimento da composição da magnetosfera permite que se evite a interferência em sistemas de navegação, como o GPS, por exemplo. Essas estruturas podem influenciar ainda as observações astronômicas. O estudo científico foi divulgado na publicação científica Geophysical Research Letters (e pode ser lido aqui em inglês). 
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Agora que a comunidade cientifica atestou a descoberta dos tubos de plasma, é possível avançar no debate sobre as formas de “isolamento” da Terra com outros planetas e seres.

No meu artigo “As mudanças enfim chegaram”, abordei sobre o funcionamento da matrix (a realidade alterada, distorcida) sob a perspectiva ideológica, mas não explicitei os dispositivos mecânicos que a operam.

Um desses dispositivos mecânicos relaciona-se à aplicação de vacinas; algumas delas funcionam como implantes (biochips), isolando certos aspectos do nosso DNA e prejudicando o desenvolvimento da glândula pineal.

O funcionamento do corpo humano ainda está muito longe de ser compreendido. Apenas recentemente foram descobertos os 12 filamentos do nosso DNA, fora os outros 10, cognominados pela biologia como “DNA lixo”, cuja função a ciência não sabe, nem o motivo de existirem.

Durante muito tempo e até os dias de hoje, há a compreensão de que os órgãos humanos desenvolvem meramente uma função mecânica biológica, ou seja, são responsáveis pela manutenção da bios (“vida”, em grego - diferente de Zoé, palavra que também em grego significa vida, mas na acepção existencial). As tradições sânscrita, hindu, budista, dentre outras, há muito apregoam a conexão da bios com as dimensões não materiais, tais como o mundo paralelo, as zonas espirituais, as percepções extrassensoriais, e, com meditação e uma alimentação adequada, é possível acessá-las.

Tais tradições são unânimes em afirmar que o que mantém a vida é a recepção diária de ondas energéticas através de receptáculos, chamados de chakras, espalhados por todo o corpo. Para se aprofundar um pouco mais, leia este artigo. Esses receptáculos, em forma de cone giratório, giram em sincronia, alimentando toda a rede neural (cinética), morfológica do corpo humano. O bom desenvolvimento da relação entre chakras e corpo humano evita a doença, ou seja, em última estância, toda doença é oriunda do bloqueio da recepção energética, de um desequilíbrio gerado a partir da forma como pensamos, sentimos, nos relacionamos, comemos, vivemos.

A potencialidade do nosso DNA ainda está longe de ser desvendada. Se os 12 filamentos tivessem sido decifrados, muita coisa já teria avançado, não só na cura de doença, como também no acesso às informações que até hoje permanecem desconhecidas. É sabido que usamos apenas 10% de nosso cérebro por causa das restrições das zonas cerebrais, e essas são resultado do uso parcial do DNA, fora o que podemos fazer com os outros 10 filamentos (“lixo”) e o que escondem.

As vacinas comentadas acima têm a capacidade de bloquear certas zonas e funções do DNA impedindo o desenvolvimento de nossas potencialidades, sem contar a criação de doenças, cuja indústria farmacêutica esconde e que, aos poucos, começam a ser desvendadas. Os remédios, por um princípio separatista e fragmentado do corpo, concebem o todo como parte, isolando suas funções. Dessa forma, a medicina alopata criou uma biblioteca, uma gama de informações do funcionamento do nosso corpo de forma fragmentada, isolada, fazendo com que nossos médicos sejam verdadeiros especialistas em determinadas áreas. Sobre a relação entre indústria farmacêutica, doenças e o grande capital, ver, dentre outros, este link:

O nosso DNA é uma estrutura aberta, com a capacidade de se metamorfosear, podendo ser alterado pela emissão de uma frequência sonora e energética, tal como o pensamento. O pensamento, que no fundo é uma rede de energia, possui a capacidade de emissão de frequências que vão além da caixa craniana. Todas as vezes que emitimos um pensamento, um feixe de energia se direciona ao que foi pensado, intuído. Isso ocorre com o pensamento direcionado para pessoas, sensações, obsessões, desejos sexuais, paixões, pulsões, pensamento fixo, neurose, dentre outras coisas.

O sétimo chakra é o coronário, situado bem no meio da cabeça. Ele devolve a energia pelo resto do corpo que vem da terra, possibilitando que cada órgão, de forma sincrônica, estabeleça sua potencialidade. E cada órgão, mais que exercer sua mera função biológica, instaura um vínculo com a emissão de ondas energéticas vinda do Cosmos.

E é aí que entram os tubos de plasma. Como tudo no universo é energia, os tubos impedem a entrada maciça de ondas energéticas; logo, se o chakra coronário não recebe ou recebe fragmentariamente, não repassa para o restante do corpo, este, por sua vez, não desenvolve toda a sua potencialidade. Esses tubos não apenas atrapalham sistemas de navegação como o GPS, mas também dificultam a recepção de sinais vindos do cosmos e, consequentemente, a informação sobre o que acontece para além da Terra.

Esses tubos possuem outro nome: Yaldebaoth - um programa plasmático, na verdade, uma entidade responsável pela quarentena da Terra (que durou 26.000 anos, acabará definitivamente em 2017). Essa informação já é sabida desde a década de 1970, quando os relatórios do Movimento de Resistência começaram a monitorar as atividades dessa entidade. Esses dados foram repassados para cientistas, jornalistas, pesquisadores, mas, como o seu teor foi considerado religioso, continuam sendo sistematicamente ignorados. Ora, por que, para milhões de pessoas ao redor do mundo, a descoberta dos tubos não foi uma surpresa? Porque já eram conhecidos, assim como seus efeitos. 

Semanalmente, Cobra (pseudônimo do líder da Resistência) divulga um relatório sobre as atividades de Yaldebaoth e a quantas anda sua desfragmentação. Isso mesmo: o primeiro tubo está em regressiva, e o último relatório dizia 80%, sem retorno. Sobre os relatórios do Movimento de Resistência e o monitoramento dos tubos de plasma, ver este artigo.

Como e por que Yaldebaoth está regredindo? Aqui entram as conexões entre matrix, DNA, chakras e ilusão. Yaldebaoth, embora possua ontologia, existência em si, é alimentado por nós diariamente. Eu explico. A entidade se alimenta das crenças humanas, da energia potencial enviada ao espaço pelos nossos pensamentos, sistemas de crenças. Como se trata de um parasita, a conjunção de nossas ações, oriundas do nosso campo energético, funciona como matéria-prima para uma usina de força.

Ora, se os animais, ainda que alimentados todos os dias, ao perceberem a falta de conexão com os donos moradores da casa definham, podendo chegar até a morte; se plantas que recebem carinho desenvolvem mais rapidamente que as demais; se nós, ao percebemos que não somos amados, sentimo-nos afetados, tristes; se quando entramos num ambiente “pesado”, “carregado”, percebemos a energia; se gostamos da presença de pessoas otimistas, vibrantes, e não gostamos das que são negativas, ranhetas, etc., por que Yaldebaoth não se alimentaria de nossas energias?

Se, de fato, essa entidade plasmática existe, por que então a espiritualidade (e nisso se envolve a Confederação Galáctica) não a retira, se tem poder para isso? Fiz esse questionamento há tempos, e demorei a entender. De tudo o que a espiritualidade se envolve na existência humana, a única em que jamais existirá interferência diz respeito ao livre-arbítrio. Quando decidimos encarnar na Terra, sabíamos dos riscos e de nossas missões, inclusive que o sentido da vida é descobrir quem somos e contribuir para a ascensão de todos, incluindo a Terra. Alguns podem argumentar que não sabem, não se lembram, mas existe uma forma simples de saber de tudo isso: o nosso registro akáshico, que é o conjunto de informações armazenadas no nosso inconsciente, que pode ser alcançado ao silenciar a mente, meditando.

Meditar consiste em silenciar a voz da mente, não controlá-la. Quando as ondas alfa do consciente baixam suas frequências, ao dormirmos, meditarmos, as ondas beta entram em ação, e o inconsciente (registro akáshico do nosso eu e do Universo) também.

Não será possível aqui neste pequeno artigo explorar as relações entre Ego, superEgo e AlterEgo, nem as conexões entre consciente, subconsciente e inconsciente, tampouco travar a disputa entre Freud e Jung, mas é possível afirmar que não somos os nossos Egos, e que o nosso desafio é estreitar as relações entre consciente e inconsciente. Só para ilustrar, quando entramos em sono REM (Rapid Eye Movement, ou, no nosso idioma, Movimento Rápido do Olho), nosso espirito sai do corpo, em desdobramento/ projeção astral, e vai para onde quer. Quando acordamos e nos lembramos das informações obtidas durante o sono, entra em ação o superego, que classifica tudo como quimera, ilusão, mito, fantasia, sonho, embora nem todo sonho seja fruto da projeção. Sobre isso ler A interpretação dos sonhos, de Freud. 

Mas ainda não foi dito por que a espiritualidade não intervém e destrói os tubos de plasma. A simbiose entre os tubos de plasma e nossas energias alimenta tal processo. Não somos vítimas, somos sujeitos, e todos os dias tomamos decisões na biopolítica e na macropolítica que interferem no desenvolvimento das micro e macrorelações, já que tudo está interligado. Podem as pessoas não acreditar, mas estamos conectados uns aos outros por um feixe de energia, já que somos uma rede. Então, nossas atitudes cotidianas interferem no planeta. A espiritualidade não destrói os tubos de plasma porque nós a alimentamos; eles só existem porque assim nós decidimos, sabendo ou não da sua existência. Todas as vezes que somos intuídos a fazer o bem, ainda que isso seja uma construção cultural, uma espécie de “intuição” dispara e somos movidos a praticar uma sensação a partir de uma voz oriunda do espírito, e ainda assim negligenciamos, ocultando nosso insight, nossa capacidade sensorial de ouvir nosso coração; alimentamos os tubos quando preferimos ouvir a voz que diz que a vida não tem sentido, que as opiniões divergentes não passam de pasmaceiras, numa atitude desrespeitosa de não considerar as diferentes trajetórias de vida e formas de percepção de cada um; todas as vezes que prejudicamos o outro intencionalmente, alimentamos os tubos de plasma; todas as vezes que a antiética prevalece sobre o sentido de equidade e igualdade, potencializamos os tubos; todas as vezes que violentamos o outro, quer simbólica, física, psicologicamente, alimentamos os tubos; enfim, o conjunto de nossas ações determina as nossas sociabilidades, nossa convivência. A opção pela melhor vida, mesmo com o caos, é, antes de qualquer coisa, uma atitude individual, a princípio, e depois coletiva. Por essa razão, a espiritualidade não destrói os tubos porque quem tem que optar por uma nova modalidade de vida somos nós.

Então, por que ele está enfraquecendo? Pela primeira vez em 26 mil anos, a entrada de luz na Terra é maior que a existência das trevas, da escuridão. Por que uma entrada maior de luz penetrou no planeta? Porque assim nós decidimos, e isso se intensificou desde 2012, quando os Maias preconizaram “o fim do mundo” muito antes da chegada dos europeus - o fim de um mundo e o nascimento de outro. Cada dia que passa, um número maior de pessoas opta pelo processo de libertar e liberar velhas egrégoras, velhas energias acumuladas há éons. Como resultado dessa intensa liberação, ocorre a explosão da violência, o retorno do fascismo no Brasil e no mundo, a intensificação de ataques terroristas de falsas bandeiras, a sensação de que 2016 foi um ano terrível. Ocorrem golpes, reviravoltas, tentativas de golpes, ameaças de guerra, cidadãos comuns com acessos de ira, agressão a mulheres, gays, lésbicas, LGBTS, negros, pobres e uma lista infinda de maldade, porque o contra-ataque dos donos do mundo só pode ser esse, o estimulo à violência. A entrada de luz também proporciona uma grande confusão mental porque o ego, sabendo que algo se passa, que algo está fora do seu controle, reage violentamente.

Quanto mais pessoas descobrirem quem realmente são, quanto mais pessoas meditarem, orarem, pedirem pela paz, mentalizarem a desintegração dos tubos de plasma, não focarem nos noticiários que propositalmente omitem informações do que se passa e privilegiam o que lhe convém, quanto mais evitarem ataques à diferença e optarem pelo diálogo, pela troca de informações, pelo debate e pela não violência, tanto mais se dará a entrada de luz.

O último relatório do Cobra dizia que uma conexão está em regressiva de 80%, sem retorno, ou seja, não mais se recomporá. Isso quer dizer que a vibração na Terra está aumentando, mesmo com os noticiários e as situações que são plantadas para promoverem o pânico.

Outro bom motivo para comemoração é o desmonte das bombas plasmáticas strangelets e toplets, estrategicamente instaladas em lugares específicos para evitar qualquer ação do Movimento de Resistência. Com o desmonte dessas bombas, sinal verde para a chegada dos irmãos galácticos. Não corremos mais riscos. Só falta o aumento de nossa vibração planetária, o despertar da consciência global. Isso elimina a luta política? Não, mas essa luta não consiste em considerar aqueles que divergem como inimigos. É preciso entender como o processo de acobertamento das informações foi planejado, montado; logo, os que divergem também se encontram na mesma posição que nós, ainda que em postos, lugares distintos. As divergências, disputas, lutas dentro de um partido político são um bom exemplo do que fazemos com o outro, às vezes dentro do mesmo campo ideológico, quiçá de outro campo.

“Dividir para conquistar” é um estandarte usado por líderes políticos desde a antiguidade - Sun Tzu (544 a.C. - 496 a.C.), Alexandre Magno (356 a.C. - 323 a.C.) e seu pai Filipe II (382 a.C. - 336 a.C.), Júlio César (100 a.C. - 44 a.C.) -, um princípio divisionista da matrix. Como é possível a construção de uma sociedade equânime, justa e fraterna se nem com nossos pares conseguimos estabelecer diálogos?

Cada um é livre para escolher suas ferramentas e metodologias de lutas, não existe julgamento nem condenação, muito menos uma atitude de falso moralismo em apontar quem está certo ou errado, mas é preciso o entendimento de que nem todos caminham da mesma forma e que, para além da condenação, baseada em análise superficial e precipitada, existem milhões de pessoas trabalhando, lutando pela libertação planetária silenciosamente, sem publicidade, sem uma pompa egoica, sem alarde nem reconhecimento, contribuindo muito mais que nós em um mundo que supomos entender, mas que estamos efetivamente muito longe de decifrá-lo.

Há coisas acontecendo nos bastidores neste exato momento; há uma guerra sendo travada, há pessoas sendo mortas, como Yves Chandelon, auditor-chefe da OTAN que investigava o financiamento de terrorismo. Veja aqui.

Enquanto isso, alimentamos os tubos de plasma ao atacarmos uns aos outros, ao nos comportarmos como se fôssemos donos da verdade, como se tudo soubéssemos, como se o outro não estivesse no seu processo de descoberta, como se tivéssemos todas as respostas. É necessária uma autorreflexão, uma autocritica, e claro, isso vale para mim, pois todo o texto é, antes de tudo, dirigida ao autor.
Existe uma saída para a humanidade, alguns a chamam de utopia, do grego U (“nenhum”), topos (“lugar”). A utopia é uma mera invenção ou a certeza do nosso inconsciente de que existe um lugar onde existe paz e não guerra, exatamente por tê-la visto, assim como Sócrates (descrito na obra Fédro, de Platão) disse que o verdadeiro poeta conhece a verdade, a beleza, porque já esteve diante dela, mas apenas não se lembra. Por que não se lembra? Quando esteve diante da verdade e beleza?

Sobre os bastidores da geopolítica mundial, veja o último relatório do jornalista autônomo, ex-diretor da Revista Forbes, Benjamin Fulford.
            



  



domingo, 25 de dezembro de 2016

Novas egrégoras

Ah! antigas egrégoras...
Agora novas roupas estendidas no varal,
uma nova viagem pro mesmo local.
O barqueiro vai se espantar
com os mesmos passageiros outrora vestidos de esquecimento
aportando no mesmo barco não mais perguntando seu nome como se não o conhecessem.
Não é mais preciso a moeda de prata,
a viagem é só de ida.
Hades não vai gostar,
mas ele também está livre,
não precisa mais controlar,
o tempo lhe escapou pelas mãos,
a lira entoou novo acorde,
a brisa tocou o chão,
o mar bravio desemaranhou-se,
vestiu-se de espaço,
abriu as portas das profundezas
revelou-se rio sem margens apertadas
e fluxo continuo,
as conchas se abriram, com pérolas,
as pérolas são planetas guardando os mundos
inteiros dentro de si.


quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

As mudanças enfim chegaram

As mudanças enfim chegaram

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ADVERTÊNCIAS

Muitos dos que lerão este artigo não lhe darão o menor crédito sob o argumento da falta de comprovação documental, da ausência de metodologia científica, o que é extremamente válido, factível, producente. A dúvida é um princípio de verificabilidade. Porém, é necessário nos questionarmos se de fato já ultrapassamos os paradigmas positivistas quanto à verdade do e no documento, para além dos mecanismos operativos da ciência (a saber: as perguntas elaboradas, as metodologias) que se vinculam muito mais com o observador do que especificamente com o objeto (fenomenologia); ou seja, os resultados na ciência dependem em grande parte do ponto de partida. Assim, quando mudam os paradigmas, mudam as perguntas, mudam os resultados, vide Albert Einstein. Além do mais, boa parte da ciência é financiada pelo grande capital que direciona as áreas de interesse das investigações.

Todos são convidados a duvidar, questionar, criticar, e, sobretudo, pesquisar. Se assim fizermos e questionarmos tudo o que nos é apresentado como “verdade”, o processo de descoberta se amplifica, e escaparemos o quanto antes das “ilusões”.

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“Meu amor / tudo está tão certo como dois e dois são cinco…”
(versos de “Como dois e dois”)

Essa música de Caetano Veloso talvez expresse um aforismo “ilógico” da matemática: o de que, na equação da vida, a exatidão é inexata. Da mesma forma quando olho para vida, ou para o que entendo por ela - os anacronismos, as incongruências, as idiossincrasias -, quedo-me perguntando por que aceitamos jogar o jogo das ilusões, a crer na infalibilidade dos cinco sentidos (audição, olfato, visão, paladar e tato), e a resposta para isso é: porque tudo é aprendizado do espírito; para isso, ele decidiu participar de uma dimensão da realidade, a material, para descobrir o potencial da descoberta de sua potência.

Retrospectivamente, quantas verdades foram diluídas como poeiras ao vento? Qual aforismo, qual princípio nunca foi questionado ou mesmo superado? A terra continua quadrada? O sol ainda gira em torno da Terra? O átomo ainda é indivisível? Existem raças superiores às outras? A ciência é a única verdade?

Quando da passagem da física newtoniana e da descoberta da física quântica, o que estava em xeque não era apenas um protótipo de aferição dos corpos materiais, mas também a própria diluição da ideia de materialidade. Hoje sabemos que o átomo é divisível e que a conjunção de prótons, elétrons e nêutrons, conforme a velocidade e disposição, constituem o núcleo - ou seja, a matéria é tão somente energia condensada.

Também foi a física quântica que nos mostrou que os olhos não enxergam, mas são lentes que captam a cognominada “realidade”, e que tal realidade resulta da composição dos elementos e dispositivos mentais (educação, religião, cultura, política, economia, etc.), e que, por sua vez, assim que tais informações são recebidas, reificam o sentido aprendido e interiorizado pelos sentidos. Escrevi sobre isso no artigo “Física quântica e história: conjecturas acerca da teoria do campo unificado”.

Sob esse prisma, é possível imaginar o papel que a história (s), enquanto valor(es), conceito(s), até mesmo experiência(s), empreendeu na elaboração, significação, interpretação do mundo. Ou seja, a “verdade” passou a ser (e é) a forma prefigurada de como a concebemos. Nesse aspecto, a verdade deslocou o sentido do ser de dentro de nós para fora, tendo a mente ocupado gradativamente o papel decisivo na prefiguração de como deveríamos viver, conviver, enfim, estabelecer os liames de nossas existências.

Mas, o que é verdade, posto que nem a Filosofia conseguiu responder? Aliás, um dos princípios dessa área é exatamente questionar a certificação não só da verdade, mas também de qualquer certeza. Porém, o filósofo Eric Weill afirma, na obra “Lógica da Filosofia”, que o sentido último do conhecimento é a sabedoria, ou seja, ultrapassado todos os liames predecessores da sabedoria, deparamo-nos com ela, frente a frente.

Essa é uma das razões pelas quais aceitamos jogar o jogo da dimensão material da realidade para, enfim, abrimos a caixa de Pandora, seguirmos os fios de Ariadne, desconfiarmos do presente de Prometeu, decifrarmos a Esfinge, entendermos as parábolas de Jesus, ouvirmos o silêncio de Buda, ouvirmos os cantos indígenas, dançarmos e interpretarmos as lendas, contos, cosmologias africanas, descobrimos novas leis com Arquimedes, para, finalmente, descobrimos quem somos.
      
De forma sintética e muito resumida, tentarei estabelecer em linhas gerais minha percepção de como tudo isso começou, quer dizer, nossa experiência tátil, sensível, indelével de compreensão de nossa historicidade e estabelecimento de nossas práticas de sociabilidade.

O princípio da experiência na Terra

É difícil dizer quando fomos criados e, como a mente humana trabalha com o paradigma de finitude, começo-fim, princípio, tempo-espaço, e a simples ideia de nunca ter existido um começo para o criador/criadora, Deus/Deusa, fonte, Cosmos, Elohim (qualquer que seja a nomenclatura, designação) põe um limite à presumissão interpretativa e lógica, presa aos ditames de nossas categorias analíticas.

Grosso modo e de forma metafórica, trabalharei com a imagem de “mar da criação”, lugar em que a fonte, Deus/Deusa (por que a designação linguística sempre o coloca no gênero masculino?) enceta todo o princípio de sua obra, ou seja: tudo o que existe e foi criado partiu do mar da criação, o sopro da vida, indistintamente, e isso inclui os espíritos que habitam/são as estrelas, os planetas, os asteroides, os sóis, as luas, etc. E claro, todos os seres humanos, e não apenas os humanos terráqueos/terranos. O primeiro questionamento é: os planetas/estrelas/cometas, corpos celestes, etc. são seres viventes? Esse questionamento poderia ser extensivo para os animais e plantas!!! E a indagação continua: Por que não possuiriam? Existe a possibilidade de algo existir inanimadamente? A outra observação recai sobre o verbo habitar/ser, quer dizer, não é habitar ou ser, e sim habitar e ser ao mesmo, indistintamente, não separadamente.

Em alguns momentos, por razões desconhecidas - conceituar é encerrar um sentido -, um espírito se distingue de outros ainda no mar da criação, sopro da vida, e começa sua jornada no cosmos em busca de sua empreitada vivencial escolhendo ser o que quiser, o que a tradição cristã interpretou como livre-arbítrio. Poderia permanecer como espírito livre vagueando pelo cosmo? Claro! A opção encarnatória é, antes de tudo, uma decisão pelo aprendizado, daí a importância da matéria e das experiências de limitação dos sentidos, da sinestesia, do frio, do tempo, do espaço, do medo, da fome, do choro, do sexo, do gozo, da dor, da “morte”, do parto, do nascimento e de qualquer experiência sensível exercida a partir e pela realidade material. O sentido é experienciar e viver, para isso fomos criados, inclusive para cocriar, e nada melhor que a condição tátil da materialidade e todas as suas potencialidades.

O que distingue, mas não tornam estanques os seres, ou seja, desvinculados, separados, são as experiências e a forma como cada um monta seu repertório existencial. Qualquer noção de separação é, em primeiro lugar, uma não compreensão de sua origem, nascida do mesmo lugar, o amor, a maior fonte criadora que existe. À medida que acumulamos experiências materializadas, acumulamos também a sobrecarga de desvinculação da fonte, origem do princípio da dualidade/separação. Com isso, dá-se o esquecimento de quem somos, de onde viemos, a ideia da desintegração, da construção de uma subjetividade não vinculada, “autônoma” dos outros seres, como se não existisse nenhum elo de vínculo entre tudo o que existe, apesar de que a subjetividade de fato se constitui na contemplação/objetivação do outro, quer dizer, eu só me reconheço quando percebo a existência do outro.

Assim, neste universo infinito e repleto de vida em todos os lugares, existem seres que se desenvolveram até atingirem uma capacidade reflexiva, lógica, que nós conceituamos de “inteligência”. Cada um com seu livre-arbítrio escolhe passar pelo seu repertório existencial, e isso inclui o que o maniqueísmo cognominou de “mal”, opositora do bem, que constitui o desapego/distanciamento do amor.

Sendo assim, em vários lugares do cosmos, existem seres que, nos seus processos, caminhadas, encontram-se afastados do amor, distantes da fonte, e optaram por estabelecer uma relação de poder, a ilusão do poder, de dominação, de usurpação de outros seres e planetas, acreditando que seus desejos e percepções sejam a medida de todas as coisas, alimentando a quimera de que encarcerar, subjugar, possa indefinidamente sustentar seus propósitos e sentidos vivenciais.

Isso se deu e ainda se dá com três raças, espécies que chegaram a Terra há milhões de anos atrás: os Annunaki, originários de Nibiru (os deuses dos sumérios, acadianos e babilônios), os Reptilianos (originários da constelação de Órion - Dracon reptilian) e os Greys (os cinzentos, originários de zeta reticuli). Embora nem todos os greys sejam desprovidos de sentimentos e bondade, há uma associação com a maldade por causa das abduções, pois, grosso modo, tais ações são operadas por eles, além da quebra sucessiva de acordos com presidentes de vários países, troca de tecnologia por experimentos genéticos com pessoas e animais.


O povoamento e as oscilações energéticas do planeta

A Terra (Tiamat, Gaya, Abya Yala, PachaCamac, Sham, tantos nomes para o mesmo princípio) nem sempre foi um lugar onde prevaleceu o “mal”. Há milhões de anos (e aqui começam os embates com a paleontologia, arqueologia, história, etc.), ela evolui como qualquer outro orbe obedecendo seu curso “natural”. Quando atingiu seu estágio de 5ª dimensão, recebeu a visita dos annunaki, iniciando os experimentos genéticos com o fito da criação de uma raça a quem pudessem seviciar e que pudesse servi-los. Há tradições que alegam que o uso indevido dos recursos naturais em seu planeta de origem teria levado a procurarem, em todo o universo, um material preciosíssimo, o ouro. A criação de uma raça humana, ou pelo menos experimentos genéticos com certos tipos de humanos, foi a principal razão da terrível guerra entre atlantes e lemurianos, habitantes da Terra, os primeiros concordes com a ideia annunaki de manipulação genética, e os últimos, radicalmente contra. Para alguns teóricos dos antigos astronautas, a razão pela qual a paleontologia não consegue fechar o quebra-cabeça do quadro evolutivo dos humanoides é o fato de os annunaki terem abandonando aos poucos os experimentos cujos resultados não alcançaram o esperado (cro-magnon, neanderthal, australopithecus, afarenesis. etc).

Existe alguma materialização da existência annunaki na Terra? Sim, são os deuses dos sumérios estampados nos zigurates, edifícios da antiga civilização. Existem registros sobre a Atlântida? Além do relato do filósofo grego Platão nos diálogos “Timeu” e “Crítias”, há as ruínas recém-descobertas na Antártida. Se a biblioteca de Alexandria não tivesse sido destruída, teríamos fontes fartas e comprobatórias destas civilizações - veja aqui e aqui.

Outra demonstração da presença annunaki e sua relação com os terranos está descrita na Bíblia através da narração da existência de Nefilins (gigantes), fruto do cruzamento entre “anjos” (annunaki) e terranos (Gênesis, capitulo 6). Há um farto material arqueológico sobre a descoberta de ossaturas de gigantes em várias partes do mundo, objeto de contestação de muitos arqueólogos sob a alegação de fraude, mas o volume crescente de novas descobertas pôs em disputa a própria arqueologia.  

A guerra entre Atlântida e Lemúria precipitou a terra na 3ª dimensão, a nossa segunda queda. A primeira se deu quando os reptilianos chegaram a terra e nós deixamos de ser dévicos para experimentarmos a raiva, o medo, a disputa e a necessidade de defesa . Os reptilianos, promotores de guerras intergalácticas, estão expressos na tradição judaico-cristã sob a insígnia da grande serpente, a mesma que morderá o calcanhar do descendente da mulher, Jesus, e este pisará a sua cabeça (Gênesis 3: 15). Outras tradições assinalam a relação com a serpente e o dragão, uma serpente alada, venerando-a, como nas sociedades chinesas, mesoamericanas (pré-colombianas), algumas africanas; na sociedade medieval europeia, com seu imaginário sobre o dragão (São Jorge montado no cavalo derrotando-o), além de gárgulas estampadas nos pórticos dos palácios, usadas para conotar medo.

Os reptilianos, assim como os annunaki, reivindicam para si a condição de criadores da raça humana, já que estabeleceram alterações genéticas no nosso DNA. Uma vez estabelecidas tais alterações, conseguiram se hibridizar com os humanos tornando-se seres mistos, estabelecendo posições de mando, agrupando-se em famílias que se tornaram poderosas com a endogamia; constituíram grupos econômicos desde a antiguidade (o uso da suástica no império romano e na Alemanha nazista é reptiliana), passando pela idade média, moderna; formaram as sociedades secretas dentro da igreja católica, seitas; constituíram as bancas, guildas, corporações de oficio, futuros bancos; estabeleceram-se na política desde sempre; desenharam políticas públicas, operaram e tramaram guerras, constituíram a matrix. Falarei mais adiante.  

Cabe um esclarecimento. Alteração genética não constitui criação de uma raça. Aliás, poucos lugares do cosmos houve tanta mistura de material genético como a terra, pois para cá vieram seres de todas as partes do universo, exatamente por saberem que a dificuldade da 3ª dimensão garantiria um maior aprendizado, um maior avanço quanto ao amor, a existência, ou seja, tudo aqui foi mais difícil que qualquer outro lugar do cosmos, no entanto, a ascensão também foi mais rápida devido ao grau de dificuldade. Canalizações do Cristo (Jesus é a encarnação da consciência crística, do sol central), da confederação galáctica, são enfáticas ao afirmar que nosso DNA é uma estrutura aberta, modificada por uma onda sonora - a força do pensamento -, e que, se as frequências do pensamento mudam, mudamos também o nosso DNA, possibilitando o acesso às outras partes ainda desconhecidas, fazendo de nós uma das "raças" mais "poderosas" do universo, exatamente pela mistura, pela síntese. Foi por isso que os repitilianos bloquearam o resto do acesso ao nosso DNA, também porque se acessarmos todo o potencial sem uma evolução ética podemos por em risco todo o universo, vide o que fizemos com a descoberta nuclear, bombas atômicas. Inteligência sem amor é dualidade, separação.           

Estão os reptilianos diretamente envolvidos com a constituição de sociedades secretas, ainda que muitos desses agentes, ao longo do processo encarnatório, tenham se esquecido de suas origens, mas por suas vinculações sociais, familiares, operaram práticas, habitus, desenvolveram sentidos de separação, consideram-se superiores aos demais numa espécie de frigidez ao desenvolvimento da dor humana, ainda que eles o sejam.

É necessária uma passagem pelo conceito de reencarnação. Até o ano de 555, o cristianismo comungava de tal princípio. Sobre este tópico, ver meu artigo TEORIAS CONSPIRATÓRIAS OU O DESPERTAR DA MATRIX

Na tradução dos textos hebraicos para o grego (septuaginta), pelo próprio elemento “traidor” da tradução, muitas expressões originais se perderam quando da formatação da Bíblia em grego e quando da tradução dos textos em grego para o latim (vulgata). Além dos problemas intrínsecos de uma tradução, acrescentam-se as supressões, proposições e proposituras da igreja católica em formação visando o estabelecimento de seu poder, retirando a possibilidade de os humanos desenvolverem suas potencialidades, dentre elas a espiritual, alterando os textos bíblicos. Dessa feita, reencarnação se transforma em ressurreição e aparecem “equívocos” linguísticos condenando a concepção reencarnatória, como é possível ver nestas passagens de Êxodo (22:18) e de levítico (19:31):

Não ireis aos necromantes e nem aos adivinhos. Não procurareis vos contaminar por eles, eu sou IAVEH, vosso Deus.

אל תלכו מדיומים ולא חוזים. אל תתבוננו להיות מזוהם על ידם, אני  אלהיכם.

Tradução realizada pelo Centro bíblico católico, Editora Ave Maria: “NÃO VOS DIRIJAIS AOS ESPÍRITAS NEM AOS ADIVINHOS: NÃO OS CONSULTEIS, PARA QUE NÃO SEJAIS CONTAMINADOS POR ELES”.  (DA SILVA, Severino Celestino. Analisando as traduções bíblicas. 9ª Edição. João Pessoa, Ideia, 2001, p. 81).

Moisés se reportava às práticas culturais de civilizações que eram paralelas aos hebreus, sobretudo fenícios que cultuavam, dentre outros deuses, Moloq. Portanto, o que Moisés advertia era para uma prática religiosa diferente dos povos que considerava pagãos, politeístas, sem adentrar o caráter etnocêntrico, exclusivista de como os antigos hebreus se sentiam em relação aos demais povos.  

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Como dito, muitos humanos hoje em postos de comando possuem gens reptilianos e não o sabem. Não é possível afirmar se os integrantes do grupo Bilderberg o sejam, mas é comprovado sua participação direta nos grandes conflitos mundiais ao longo do século XX, I e II Guerras. No caso da I Guerra, foram eles que emprestaram US$ 2 bilhões para Lênin e Stálin iniciarem a revolução russa com o propósito de retirada deste país do conflito, garantindo a extensão da guerra por mais dois anos, 1917 e 1918, como de fato ocorreu (ademais, a Rússia era controlada pelos Czarianos, adversários dos Illuminati), além do crash de 1929, quando o FED ordenou a retirada de depósitos bancários aumentando a crise.

O grupo Bilderberg é responsável direto pela criação do FED (Federal Reserve Bank) e, ao contrário dos outros países, é uma instituição privada, oriunda da associação dos 6 maiores banqueiros internacionais: Paul Wauburg (Rotschild Banker); Benjamin Strong (Morgan Trust); Abraham Piatt /Andrew (U.S. Treasury); Frank Vanderlip (Citybank); Charles Norton (First National Bank); Nelson Aldrich (Senator); J. P Morgan (Tyycon).

O modelo de ilusão instituído a partir da questão financeira, circulação monetária, fez-se por um decreto, FIAT. A palavra "fiat" significa "decreto". Uma ordem arbitrária emitida por alguma autoridade. E é isso que as moedas são. As autoridades financeiras das nações essencialmente emitem um decreto para criar a moeda, que realmente não tem outro valor daquele a ela atribuído. Seu valor existe apenas no fato de que aqueles que a possuem dão a este papel seu valor que definiram ter.

Apenas uma pequena percentagem do empréstimo é destinada para a moeda que irá flutuar a economia. A maior parte do empréstimo é apenas para pagar dívidas de anos anteriores. Neste ponto, a dívida federal dos EUA é executada em cerca de 20 trilhões de dólares. O que isso significa? Significa que a nação deve às famílias bancárias Red Shields cerca de 20 trilhões de dólares, pois, inicialmente, capital privado foi investido na esfera pública para a criação do sistema bancário alicerçado no poder do FED, Criação do Federal Reserve Bank, FED (1913); financiado pelos Red Shield.

A matrix e sua rede de sustentação

A questão financeira constitui um dos pilares da matrix. Exemplos de matrix: sistema financeiro internacional (capital volátil), moeda fiduciária (sem lastro), jornalismo corporativo, sistemas representativos (democráticos), sistemas judiciários, sistema simbólicos e operativos (educação, judiciário, cultura, religião, crenças científicas, rituais, “realidade”, etc).

O que é a matrix? Trata-se de um sistema de crenças da designada realidade, operada pelos cinco sentidos (olfato, visão, paladar, tato e audição), como se a realidade material fosse a única existente e como se a própria condição objetiva da materialidade fosse a verdade em si. Funciona assim, só para exemplificar: o grande capital, ou o capital, ou antigos sistemas monetários, que controla os governos desde a constituição e aparecimento do estado na passagem do comunismo primitivo para a sociedade de classes, cria os desajustes sociais, como o desemprego, a inflação, as guerras, as fomes, as disputas, os desastres ecológicos (como o de Mariana, em 2015); retira direitos trabalhistas, como a reforma da previdência, as conquistas dos trabalhadores alcançadas com disputas contra o capital e não por concessão deste último, tudo em nome da eficiência do estado, do enxugamento da máquina, do pagamento das dívidas públicas (que o próprio estado criou e alimenta propositalmente), dentre outros exemplos. Quando uma medida é tomada pelo estado, a informação é repassada, buscada, investigada pelos jornalistas, imprensa, que, por sua vez, transmitem para a população. Quando a população toma conhecimento da notícia, automaticamente gera o pânico, medo. Pronto. Está retroalimentada a cadeia da matrix porque o medo, além de paralisia, cria uma situação de impotência, raiva, ódio, de disputa contra outros segmentos; dá a sensação de que tudo está perdido, não há sentido, não há justiça. A vida passa a se alimentar da necessidade de sobrevivência, esquecendo outras questões, porque as condições objetivas são tão causticantes que a sobrevivência é o único horizonte. Quando uma notícia é absorvida, o estado, controlado pelo capital, fabrica uma nova situação de instabilidade social, gerando novo pânico, mais medo, sucessivamente. Quando a ação não é promovida pelo estado, a própria imprensa se encarrega de divulgar novas “desgraças” num ato continuum de perpetuação de dependência das notícias, de instabilidade emocional. Vivemos uma situação constante de vampirização da desgraça alheia, a tal ponto que o ceticismo passa a ser o próprio sentido da existência.  
        
Há um dado pouco divulgado sobre as consequências do Grande Crash de 1929. Após a hecatombe econômica, o FED passou definitivamente a ter amplos poderes sobre o sistema financeiro estadunidense, eliminando as barreiras internas e a resistência de bancos regionais, carreando seu centralismo burocrático. Mas há outro dado pouco conhecido: após a grande crise, os bancos estadunidenses hipotecaram as fazendas, já que seus proprietários ficaram completamente falidos e sem condições de honrarem seus compromissos. Os fazendeiros entraram com uma ação na justiça alegando serem as fazendas suas únicas condições de sustentabilidade. Essa ação correu em segredo de justiça até 2001, e seria divulgada às 11 da manhã do dia 11 de setembro daquele ano, quando as duas torres foram implodidas na maior operação farsante da história da humanidade. A divulgação da ação NESARA (National Economic Security and Reformation Act) mudaria por completo a história da humanidade porque uma das vertentes da ação alega que parte dos lucros e do sistema bancário estadunidense foi oriundo do espólio das fazendas, auferindo lucros, ou seja, o sistema de crédito bancário dos E.U.A e, consequentemente, do resto do mundo fez-se a partir de atividades exploratórias de situações de extorsão e ilegalidade.

Após a II Guerra Mundial, entra em operação o projeto de dominação global com a criação da ONU, do FMI, da OEA, da OTAN e dos organismos operadores das agências reguladoras dos países aliados. A Alemanha nazista foi a primeira vez na história da humanidade que os reptilianos assumiram uma posição pública de confronto, de tentativa aberta de dominação global, já que sempre se moveram clandestinamente. Após o fracasso nazista, voltaram a se esconder e começaram a controlar o programa espacial secreto estadunidense. Depoimento de um ex-agente da CIA. depoimento de agentes que decidiram fazer revelações de segredos guardados há anos.
   
Um dos processos centralizadores de políticas públicas globais, além do endividamento dos países a partir da captação de empréstimos junto ao FMI, foi o estabelecimento de diretrizes para a educação e para a saúde. Duas práticas extremamente nocivas foram desenvolvidas pelos donos do mundo: a definição da água fluoretada e a regulação da gravação musical em 440 hz. A primeira medida está diretamente ligada à calcificação da glândula pineal, órgão responsável pela regulagem do sono. A segunda, pela agitação, irascividade instigada nas pessoas pela emissão da frequência sonora. Só para se ter um exemplo, a música é composta na frequência de 432 hz. Essas duas medidas foram sugeridas pela OMS e pela organização internacional de normalização (IS0) como padrão geral de ajuste para o campo musical- veja mais aqui.

Tudo isso tinha uma estratégia. A glândula pineal exerce a função no corpo humano de percepção das zonas espirituais. Com a calcificação da glândula, além do desenvolvimento do Alzheimer, impede o desenvolvimento de outras potencialidades sensitivas humanas, como por exemplo, a mediunidade, a comunidade com mundos paralelos, o contato alienígena.

A questão alienígena é possivelmente o grande imbróglio e ocultamento humano. O conceito de alienígena é equivocado, pois ALIEN, em inglês, significa “estrangeiro” e definitivamente este é uma definição imprecisa e equivocada. A atual leva de humanos chegou a terra há 10.000 anos, oriunda de várias partes do cosmos para o desenvolvimento de grandes questões: a experiência, o aprimoramento e a aprendizagem do espírito e a tarefa de revelação da estratégia de dominação reptiliana e libertação planetária. O problema é que, com a densidade encarnatória, as relações entre consciente e inconsciente e o predomínio do Ego se esvaem, prevalecendo uma ideia de realidade sob o predomínio da razão, Logus, que tem como premissa o processo empiricista de conhecimento da verdade. Foi esse mesmo Logus que proporcionou a separação entre filosofia e mito, poesia e, mais tarde, a fragmentação entre as diversas áreas do conhecimento como biologia, física, matemática, apartada da filosofia, história e poesia. Sob a égide da racionalidade, afastávamos o conhecimento de sua matriz holística e integradora.  Veja o depoimento do ex-primeiro ministro canadense.

Só como ilustração, o nascimento da matemática no Egito Antigo e o cálculo do triângulo estavam relacionados ao desenvolvimento do masculino e do feminino, e não do homem e da mulher, e o resultado dos lados constituía o terceiro, a hipotenusa, o somatório do masculino e do feminino. Logo, 3 no Egito Antigo é o primeiro número ímpar perfeito, pois o UM não era nem par, nem ímpar, era a própria simbolização de tudo o que existe, tudo é UM. (Conforme GADALLA, Moustafa. Cosmologia Egípcia. São Paulo, Madras, 2003).

Além de nós humanos, praticamente existem seres em todos os planetas, afora os recentes em formação cuja a vida humana ainda irá se estabelecer. Tais seres ocupam os mais variados extratos “evolutivos” cuja escala de diversificação vai do um até o infinito, já que o processo de aprendizagem é continuum. Além do que, o universo está em expansão e em constante mudança, ou seja, a dinâmica da existência é ad infinita.

Grosso modo, é possível caracterizar as dimensões pelos seus graus de desenvolvimento e percepção. A primeira dimensão é a mineral. A segunda é a animal. A terceira é humana, em que hoje nos encontramos eivados da dualidade, do maniqueísmo, da divisão, da separação, da ilusão, do distanciamento de nossas potencialidades sensitivas. A quarta dimensão é uma extensão da terceira, porém, sem o invólucro corporal, material, físico, o que costumamos designar de vida espiritual, o outro lado, o “mundo dos espíritos, dos mortos”. A quinta dimensão é a superação da dicotomia entre bem e mal, Deus e diabo, ontem e amanhã, da superação da noção do tempo, pois tudo é compreendido e realizado no Agora. Não existe hierarquia entre as dimensões, tão somente estado vibratório, ou seja, o que as distingue é a vibração e não o fato de serem melhores ou piores. Claro que quanto mais alto a vibração mais percepção, conhecimento, menos dependência da materialidade.   

Os reptilianos dominam a 3ª dimensão. Dominam a matrix, são mestres no desenvolvimento da ilusão. Os alienígenas positivos, nossos aliados (já que todos são nossos irmãos, inclusive reptilianos, greys e annunaki, mesmo com tudo o que fizeram), encontram-se da 6ª dimensão em diante. Há quem questione suas existências, quem são e por que nunca se revelaram, o que é uma imprecisão. Primeiro porque sempre estiveram aqui e os sinais e vestígios estão por toda a parte, apesar das sucessivas ações de aniquilamento e ocultamento de tal presença encetada pelos illuminati. A Guerra do Iraque, em parte, consistiu na destruição dos artefatos alienígenas ali presentes. Da mesma feita, o Estado Islâmico sistematicamente destrói artefatos da arte antiga presente nos territórios ocupados. Sobre provas físicas da existência dos nossos irmãos positivos, ver dentre outros os crops circles (círculos nas plantações): https://www.youtube.com/watch?v=4a4RegJ61UI

A associação entre o Grupo Bilderberg, os banqueiros Rockfeller, Rothschilds, parte dos Jesuítas, o Grupo Bohemiam Grove e um segmento maçônico (uma parte dos Templários se transformou em maçons o outro em Illuminati) constitui o que conhecemos como os Iluminatti, ou a associação dos maiores grupos econômicos do planeta mantendo uma agenda do governo oculto, um programa espacial secreto desde o incidente da Área 51, caso Roswell, da fundação da NASA, da instalação de uma base em Marte na década de 1970 do século XX, do desenvolvimento de doenças como AIDS/SIDA, ebola, vaca louca, zika vírus. Veja aqui.

Esses diferentes grupos, posto que não há somente um e sim vários (na Rússia, Máfia Kzariana; na China, Sociedade do Dragão Vermelho; em Israel, Cabala Escura; Europa e Estados Unidos, Illuminatti), formam o projeto de dominação global cognominado de NOVA ORDEM MUNDIAL, que tem como propósito a redução populacional planetária através de guerras, doenças, fome, vide os campos de concentração existentes nos Estados Unidos.

As mudanças começaram a ficar mais evidentes

Desde de que publiquei o artigo “Teoria conspiratórias ou o despertar da Matrix?”, muita coisa mudou: 5 primeiros-ministros renunciaram (da Finlândia, Islândia, o italiano Matteo Renzi, e agora o da Nova Zelândia); ocorreu o golpe parlamentar no Brasil com o impeachment da presidente Dilma; o Brexit e a retirada da Inglaterra da União Europeia quebrando uma força de sustentação dos Rothschilds; uma tentativa de golpe na Turquia; Hillary perdeu as eleições para Trump; o projeto dos Brics foi temporariamente suspenso com a situação política no Brasil e na Índia; o “Panamá papers” revelou escândalos em empresas off-shore; assassinaram o embaixador russo na Turquia; a situação da guerra na Síria, dentre tantas outras coisas.

Estamos assistindo também uma guerra na internet pela divulgação/ocultação de informação com a assunção de sites especializados na promoção de falsas notícias, tais como a chegada do planeta Nibiru, 6 vezes maior que o sol promovendo a destruição do planeta, a chegada de meteoros em rota de colisão com o planeta, falsas canalizações com os extraterrestes, uma invasão alienígena, difamação de figuras importantes como Edward Snowden, Julian Assange, Benjamin Fulford (ex-diretor da Revista Forbes) que mantém um blog sobre os bastidores da política alimentado por agentes duplos, participantes de agências governamentais.

A batalha pela informação é a última trincheira de resistência da Nova Ordem Mundial (Illuminati, Bilderberg, Cabala Escura, Red Shields, Mafia Kzariana, Bohemian Grove), pois a mídia é um dos pilares da matrix e um dos sustentáculos de ocultação das informações, além da promoção da desinformação. A cura do câncer, já descoberta (câncer não se desenvolve em corpo alcalino, somente em corpo ácido. Para evitar câncer basta dissolver 33 gramas de  cloreto de magnésio para análise (P. A) em 1 litro de água e beber todos os dias 2 dedos desta mistura), a existência de uma base na Lua e em Marte (o programa espacial secreto, área 51, Roswell, NASA), as inovações tecnológicas não anunciadas, a utilização de gravidade reversa em naves espaciais, a manutenção de campos de concentração nos Estados Unidos, a promoção de levantes em vários países, incluindo o Brasil via mídia de canal aberto, a campanha televisiva massiva de divulgação de atentados terroristas de falsa bandeira são alguns estratagemas do governo oculto. A única forma de combate à mídia oficial, temporariamente, são as redes sociais onde pululam vídeos, documentos, textos denunciando tal governo, nem todos de confiança, mas em grande maioria críveis, frutos de pesquisas.

Os recrudescimentos políticos como as ditaduras militares na América Latina entre as décadas de 1960 a 1990 e no restante do mundo, a ascensão atual do fascismo no Brasil, são estratégias para conter os movimentos sociais, suprimir as estâncias reguladoras das instituições democráticas, além de causarem medo, visam silenciar as vozes denunciantes das farsas, das estratégias, num claro esforço de perseguição àqueles que se posicionam contra o status quo. Porém, ao contrário de isso representar o “fim do mundo”, o fim de tudo, demonstra o quanto os poderosos sabem que o jogo virou, que não controlam mais as informações e tentam a todo custo “adiar” suas quedas, por isso a supressão do direito de expressão, a tentativa de criminalizar as práticas políticas nas redes sociais acusando-as de “terem poder demais”. O fascismo não significa que os donos do poder são inabaláveis, indica que o uso da violência, do irracionalismo é o último recurso que dispõem para adiar o inevitável: o fim da opressão na Terra.
             
Uma das fontes de informação de conteúdo constante neste artigo, além de Edward Snowden, Julian Assange, Benjamin Fulford, Corey Good, David Wilcock, livros, blogs espiritualistas, Youtube, jornalistas autônomos, grupos de estudos destas temáticas, depoimentos de ex-agentes de agências governamentais, documentários de TVs fechadas, hackers, canalizações de médiuns, sensitivos, advém do Movimento de Resistência.

Esse Movimento é constituído de 300 pessoas autônomas especialistas em informática, direito, engenharias, física, matemática, biologia, economia e diversas áreas, alguns ex-agentes de agências governamentais e programas secretos que resolveram mudar de lado e combater o governo oculto. Tal movimento é um dos veiculadores das agendas militares e suas operações na Antártida, subsolo do planeta, nos bunkers existentes nos Estados Unidos, Brasil, Europa, com guarnições militares e alimentos; das manobras militares em atividade nuclear, fabricação de doenças, como o Zika, programas espiões como o Pokemon, criação de clones humanos ou qualquer atividade encetada pelos illuminati e congêneres.

O Movimento de Resistência possui uma outra característica: está em contato direto com a Confederação Galáctica. Tal confederação é a reunião de seres positivos, irmãos estelares de várias partes do cosmo, tais como: sirianos, andromedanos, pleiadianos, arcturianos, aghartianos (seres intraterrenos, remanescentes dos atlantes e lemurianos), dentre outros.

Neste exato momento, a Terra está sob vigilância da Confederação Galáctica: ninguém entra, ninguém sai sem a permissão de tal associação, com o fito de evitar a fuga do governo oculto para Marte. Todos os avisos foram dados, todos os contatos e possibilidades foram estabelecidos no sentido de sensibilizar os diversos líderes mundiais a mudarem suas práticas, a reverem suas agendas econômicas, programas energéticos, e temas como o fim do programa nuclear, a destruição do planeta, o desmatamento, o uso indevido e deliberado dos recursos naturais, minerais, da água; a poluição dos mares, a matança de animais, o avanço do agrobusiness, a manipulação da economia, dentre outras coisas ao longo do século XX. Todos, ou quase todos os líderes decidiram por negligenciar os avisos, e os que decidiram enfrentar os illuminati foram assassinados, como Kennedy. Esta é uma das razões pelas quais quase todos os líderes seguem fielmente uma agenda oculta, além dos compromissos firmados a partir do financiamento privado de campanha. Veja aqui o discurso de Kennedy denunciando os iluminatti.

Esse foi um dos motivos pelos quais a presidente Dilma sofreu o golpe parlamentar, sem olvidar as questões internas do PT, a situação política no Brasil, a gravíssima corrupção de seu partido e a falta de sustentabilidade política, os problemas de gestão, além da campanha massiva da mídia alardeando primeiro a crise econômica, depois a crise ética e o combate à corrupção.

Dilma se transformou numa ameaça aos illuminati quando decidiu levar a cabo dois projetos extremamente ambiciosos do BRICS (bloco econômico formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. Brics em inglês quer dizer tijolos, uma das bases da Nova Terra). Um dos pilares do Brics era a fundação, e ainda é, de um banco de investimento destinado à recuperação de países pobres com juros baixos numa clara oposição ao FMI. Mas, a outra proposta é ainda mais afrontosa: a substituição da paridade econômica internacional trocando a moeda dólar e retornando ao padrão ouro, anterior à criação do FED. Isto custou, além das condições internas do Brasil, seu mandato.

Além da Confederação Galáctica, ainda que integrante a ela, há um grupo acima mencionado que é também aliado da mudança, das luzes, do amor, da verdade: os Aghartianos, os sobreviventes da guerra na superfície da terra há milhares de anos, que decidiram se refugiar no interior da terra, mais precisamente há 2.400 km de profundidade. O poço mais profundo do mundo fica em Kola, na Rússia, e possui apenas 12 km. A Terra é oca, aliás, como todos os planetas. Tal grupo interfere diretamente na luta pela preservação dos mares, das nascentes dos rios, da fauna, da flora, sem alarde e publicidade, e muitos humanos sabem de sua existência, sobretudo os países mais ricos.  As duas principais cidades aghartianas são: Shambala e Telos. Os países com o maior número de entradas para Agharta são respectivamente Brasil e Estados Unidos. As entradas secretas no Brasil estão nas cataratas do Iguaçu - Paraná, Serra do Roncador - Mato Grosso, Planalto Central e Amazônia. A cidade de Telos fica abaixo do Monte Shasta, Califórnia Veja aqui o vídeo da terra oca.

Hitler insistentemente procurou a entrada para Agharta, que se localiza no centro dos polos norte e Sul (por isso instalou uma base militar na Antártida, a mesma encontrada recentemente pelos Estados Unidos), e os vestígios de Atlântida. Isso também está sendo mantido em segredo pela mídia, que já foi informada.

Estamos diante da maior batalha do Cosmos: a libertação definitiva da Terra. De um lado estão Jesus, o Cristo (comandante supremo da Terra), Maria, Arcanjos, Ashtar Sheran, Mestres Ascensionados, seres de luz já desencarnados, Confederação Galáctica, Movimento de Resistência, Aghartianos, trabalhadores da luz de todas as religiões, culturas, credos. De outro (não era para ser assim, mas a escolha já foi feita pelos obscuros, não irão mudar suas posturas), estão: Grupo Chimera, arcontes, reptilianos, greys, governo culto (Illuminati, Cabala Escura, Red Shields, Dragão Vermelho, Bohemian Grove, líderes políticos e religiosos). No meio desta disputa, estão 7 bilhões de habitantes, os maiores interessados, imersos na matrix em que muitos nem sequer sabem de sua existência.

Na verdade, para além de lados, o que está em xeque, além da preservação da Terra e do Cosmos, do resultado da batalha que interferirá nas Galáxias, é o amor, a igualdade, a justiça verdadeira, a amizade, a solidariedade, a abundância, a perfeita relação com a natureza, o fim do sacrifício dos animais, a mudança na alimentação, o fim da degradação ambiental, a tecnologia a serviço do equilíbrio, a educação emancipadora e libertadora (não a que impõe medo e restrição), as viagens galácticas, a harmonia com os povos da natureza, de outros planetas, a descoberta ilimitada do conhecimento, a multidimensionalidade em que a comunicação com outros seres faz-se telepaticamente - isto se chama a VOLTA DO CRISTO, ou a plena potencialidade de nosso exercício existencial.

De outro lado, está o projeto de manutenção da desigualdade social, da doutrinação pelo medo, do uso de recursos para uma elite, do ódio, das guerras, da fome, da destruição da natureza, da poluição, do uso da tecnologia para oprimir, da manutenção da escravidão por dívida, da fabricação das doenças, da concentração de riqueza, da exploração de outras pessoas, povos, da exploração da miséria, da indústria bélica, racismos, opressão às mulheres, perseguição às minorias, preconceitos contra homoafetivos, manipulação da informação, dentre tantas nocividades que conhecemos e estamos fartos, cansados.

A mudança global já está em curso, não há mais retrocesso e só ainda não ocorreu plenamente por causa da manutenção do medo, da desinformação, do pânico criado em torno das guerras, como a da Síria. Já se sabe o resultado da batalha e quem vencerá, só não sabemos quando. Veja mais aqui.

O que ocorrerá com aqueles que não estiverem afinados com o amor? Irão para o inferno? Não, não existe inferno, isso foi criado pela igreja católica durante a Idade Média em 355 d.c para controle sobre os camponeses. Os não alinhados com a nova condição da Terra, 5ª dimensão, aos poucos serão retirados e irão continuar suas jornadas em outros planetas compatíveis com suas condições existenciais, suas escolhas, na 3ª dimensão. A vida continua.

Estamos muito próximos do evento, que é a simbologia da libertação planetária (volta do Cristo, colapso financeiro, derrota dos grupos anti-amor, chegada dos irmãos galácticos, mudança na medicina, na alimentação, e uma série de mudanças definitivas na Terra).

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Este artigo pode ter um viés religioso, no entanto, a acepção de religião enquanto RELIGARE é uma invenção romântica do século XVIII. Antes disso, o sentido original em latim era RELEGERE, quer dizer, releitura do mundo, outra interpretação. Ademais, no novo mundo nascente, não haverá mais espaços para dicotomizações entre as áreas do conhecimento, como se a ciência fosse superior à religião; afinal, tudo estará interconectado, tudo será UM, como sempre foi, nós é que agora estamos redescobrindo.