quarta-feira, 14 de setembro de 2011

As raias da insanidade humana: máquina de guerra, controle da natureza, destruição do planeta



Uma reportagem exibida em 11 de setembro de 2011 no programa Domingo Espetacular, da Record, mostrou máquinas usadas supostamente para comunicação de rádio na ionosfera e com fortes indícios de que foram e estão sendo usadas para fins militares, pois possuem a capacidade de alterar fortemente o clima do planeta.

Desde a Segunda Guerra Mundial, também travada no âmbito das disputas científicas, vide as experiências nazistas de um lado, e as da tríplice aliança de outro, que se suspeita da manipulação das condições climáticas para fins bélicos. A reportagem mostrou fotos e arquivos documentais de uma grande tempestade 225 vezes maior que o normal e completamente atípica para a região de Lynmouth, interior da Inglaterra, possivelmente causada por experiências cientificas. Moradores da região relataram que horas antes da grande tempestade aviões da força área britânica faziam manobras nada convencionais no perímetro. Horas depois veio o dilúvio.

Durante a guerra do Vietnã há provas cabais de que os Estados Unidos utilizaram do mesmo recurso que a Inglaterra, só que dessa vez para provocar inundações nas imediações onde estavam as tropas vietcongs com intuito de dificultar sua mobilização. Esse mesmo recurso é utilizado hoje nas lavouras agricultáveis. 
   
A reportagem seguiu mostrando a possibilidade de manipulação de raios, de elevadíssima carga elétrica com o fim de derrubar aviões, tanques de guerra. Um raio é disparado ao ar tendo como conexão um longuíssimo cabo de energia preso ao solo. Uma vez disparado contra nuvens de tempestades e atingindo o cabo elétrico o raio acerta o alvo demarcado.

Agora vem o pior. No Alaska existe um aparelho por nome HAARP (sigla que significa Programa de Investigação de Aurora Ativa de Alta Frequência). Tal aparelho, construído pelo acordo entre Força Área, Marinha e Universidade do Alaska em 1993, tem como objetivo o estudo de transmissão de rádio de baixa frequência na ionosfera. O princípio é o seguinte: o HAARP emite ondas magnéticas de baixa frequência em sequencias intervaladas iguais. Como essas ondas emitem calor, ao atingir aquela zona elas facilitam o estudo de interações de temperatura e condições de pressão. O problema é que há fortes indícios de que tal experiência também afete drasticamente a temperatura do planeta, e que, muito provavelmente, esteja também associada às grandes catástrofes naturais, como terremotos no Irã, Afeganistão, Haiti, além de furações, curiosamente, o Katrina. Por que terremotos? O HAARP emite ondas sonoras afetando as placas tectônicas, além do fato, já sobejamente comprovado, de que esse fenômeno acontece pós-desastres e alterações climáticas.

O HAARP pode ser consequência direta da existência similar de um aparelho como esse na ex-União Soviética e que o governo dos Estados Unidos acusou de responsabilidade pela grande seca que devastou a Flórida em 1982, com 3 meses de forte estiagem, uma zona de calor inexplicável matando gado, destruindo plantações e causando fortes prejuízos à economia da região, impedindo a entrada de correntes marítimas resfriadoras do clima. É claro que o governo da União Soviética negou veemente à época. 
  
O estranho é que o HAARP é construído pós-Guerra Fria, quando assistíamos à disputa entre Gog e Magog, USA X CCCP, pelo predomínio militar e tecnológico do mundo; a União Soviética foi o primeiro país a lançar o homem em órbita terrestre, os E.U.A, o primeiro a pousar na lua; a União Soviética possuía o melhor avião de defesa, o Mig 28, os E.U.A o melhor de ataque, o F-14 Tom & Cat da Marinha; a União Soviética o melhor submarino, os E.U.A o melhor porta-aviões; a União Soviética os misseis Scud’s, os E.U.A, os Patriots, e assim por diante.

Essa disputa beirou às raias de uma guerra nuclear no episódio da crise dos misseis na Baía dos Porcos em 1962, quando misseis soviéticos instalados na ilha de Fidel foram apontados para a Flórida, levando John Kennedy a declarar que se qualquer um fosse disparado os E.U.A. contra-atacaria com armas nucleares. Faltou muito pouco para a 3.ª e última Guerra da humanidade.

Agora, finda a Guerra Fria, a existência do HAARP se volta possivelmente contra novos inimigos. Mas o que de fato se coloca em questão é a tentativa de manipulação da natureza para fins militares e/ou econômicos. Não há limites para a insanidade humana.

De um lado os ambientalistas afirmam que o modelo de desenvolvimento econômico predatório levará a exaustão do planeta, de outro, os que afirmam que o planeta passa por transformações endógenas, portanto, o aquecimento aconteceria com ou sem interferência humana. Há uma terceira vertente. Como os países emergentes pautam seu modelo de desenvolvimento na exploração de commodities, casos de Brasil, China, Rússia, Índia, levantam a lebre que os países ricos já esgotaram seus recursos naturais e querem impedir o desenvolvimento de emergentes com “discurso ambientalista”, pois sabem da modificação das relações econômicas no mundo. Enquanto isso, Gaya, a mãe natureza, o principio vital, agoniza e sofre com a ambição humana sem limites.

Estudos mostram que em apenas algumas décadas toda a calota polar do Ártico desaparecerá completamente. Ótimo! Bradam os desenvolvimentistas, assim haverá passagem natural entre os mares e condições de exploração do petróleo adormecido embaixo de grossas camadas de gelo!

Nietzsche e Marx em plena euforia desenvolvimentista do XIX disseram não ser essa a saída para a humanidade, mas nossa destruição. Eles anteviram o que acontece hoje. O planeta sucumbirá ou por máquinas de guerra que controlam a natureza, ou por esse modelo econômico insano, feroz, essa praga que consome a tudo.       



                         

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